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ÚLTIMA MILHA

Como chegam as encomendas da EFC aos clientes da UE?

As encomendas expedidas pela EFC chegam aos clientes da UE como entregas domésticas. Uma vez que cada encomenda é introduzida em livre prática no momento do envio, o pacote não constitui um envio internacional de entrada e não está sujeito a nenhum evento fronteiriço por encomenda. Os clientes recebem prazos de entrega locais e um remetente local, e não uma chegada transfronteiriça. A última milha é a extremidade visível de um modelo que deslocou o evento fronteiriço para uma única importação em grosso.

O PADRÃO

Um último troço doméstico

As mercadorias introduzidas em livre prática no momento do envio da encomenda circulam como mercadorias da União dentro da união aduaneira, pelo que o último troço é transporte doméstico intra-UE, e não um evento de importação. Nenhuma importação é desalfandegada no destino, porque as mercadorias já estavam no seu interior, retidas em regime de entreposto aduaneiro. A identidade da marca mantém-se no pacote; a experiência de entrega é doméstica.

Um centro de expedição à esquerda alimenta um leque de rotas de entrega por uma cidade à direita, mostrando o último troço doméstico da entrega.

O ÚLTIMO TROÇO

O que o cliente vê é uma entrega local.

Uma encomenda sai do posto de expedição e ramifica-se pela cidade: para o comprador, lê-se como uma encomenda doméstica, um remetente local, uma morada de devolução local e uma janela de entrega local, e não um pacote a chegar do estrangeiro.

O QUE MUDA

O que muda para a marca

  • Cada encomenda chega como uma entrega doméstica, e não como um pacote internacional de entrada.

  • Nenhum evento aduaneiro por encomenda se interpõe entre a expedição e a porta do cliente.

  • Os prazos de entrega leem-se como locais, porque o stock já estava dentro da UE.

O ALCANCE DO FRETE

As linhas nomeadas em que o frete efetivamente circula: rodoviário, marítimo e aéreo, corredor a corredor.

Dentro de Portugal, a entrega é operada, não intermediada. Última Milha até à porta, Express quando a encomenda não pode esperar, camião completo para a carga pesada, e grupagem quando o volume é parte de uma carga. Toda a frota está licenciada ADR e IMO, pelo que um envio com uma classe de perigo circula nas mesmas linhas que tudo o resto, do início ao fim.

O alcance é o país inteiro. Uma única conta operacional cobre a distribuição nacional, pelo que uma marca não tem de montar um mosaico de transportadoras regionais por trás da sua entrega na UE.

DISTRIBUIÇÃO NACIONAL

Em todo o Portugal, numa única conta.

  • Última Milha

    Entrega final na morada de destino, em qualquer ponto de Portugal.

  • Express

    A encomenda crítica em termos de tempo, movida na linha rápida.

  • Camião completo

    Um veículo dedicado para a carga pesada ou de carga completa.

  • Grupagem

    Frete de carga parcial consolidado numa linha partilhada.

LINHAS RODOVIÁRIAS INTERNACIONAIS

Linhas próprias para a Europa, com cadência fixa.

  • Benelux Linha própria, duas vezes por semana mais express
  • Itália Linha própria, mais o corredor Gamco diário a partir de Itália
  • Reino Unido Linha própria, duas vezes por semana mais express
  • Suíça Linha própria, duas vezes por semana mais express
  • Espanha Linha própria, duas vezes por semana mais express

As linhas circulam com cadência fixa, duas vezes por semana com opção express, pelo que uma marca pode planear a expedição em função de um calendário, e não da disponibilidade. O corredor Gamco acrescenta um serviço diário a partir de Itália e um serviço bissemanal a partir de Portugal.

MARÍTIMO E AÉREO

Os troços mais longos, através de hubs nomeados.

Para além da rede rodoviária, o transporte marítimo e aéreo asseguram os troços mais longos, e o frete circula através de hubs nomeados, e não onde quer que surja espaço disponível.

Marítimo

FCL e LCL, carga de projeto, cross-trade e consolidação, com encaminhamento intermodal através de Amesterdão e Algeciras.

Aéreo

Regular, express, courier e charter, cross-trade entre países terceiros, com encaminhamento intermodal através de Amesterdão e Madrid.

Os envios circulam de porta a porta, com rastreio online desde a recolha até à entrega.

A frota nacional e as linhas internacionais são operadas pela Warelog, o nosso parceiro logístico em Portugal.

O que os compradores perguntam

O que as marcas perguntam sobre a entrega doméstica de última milha dentro da UE.

O evento fronteiriço foi deslocado para uma única importação em grosso, pelo que o último troço até ao cliente é transporte doméstico, sem qualquer etapa aduaneira por encomenda a desalfandegar.

Como chegam as encomendas aos clientes da UE na última milha?

As encomendas são expedidas a partir de stock retido em regime de entreposto aduaneiro, introduzido em livre prática no momento do envio, e chegam aos clientes da UE como entregas domésticas, e não como envios internacionais de entrada. Uma vez que as mercadorias se tornam mercadorias da União no momento da introdução em livre prática, o pacote não enfrenta nenhum evento fronteiriço por encomenda entre o armazém e a porta do cliente.

Porque não existe nenhuma etapa aduaneira na entrega?

Porque as mercadorias já estavam dentro do destino antes de a encomenda ser feita. Cada encomenda é introduzida em livre prática no momento do envio e circula como mercadoria da União dentro da união aduaneira, pelo que nenhuma importação é desalfandegada no último troço e não há nada a cobrar à porta.

Que opções de entrega doméstica operam o último troço?

A operação gere entregas de última milha, express, camião completo e grupagem em todo o país, através de uma rede de armazéns e veículos dedicados, operada com o parceiro logístico, a Warelog. Isto cobre tanto entregas B2C de pacote único como entregas B2B paletizadas a partir do mesmo stock em mercado.

Podem ser entregues mercadorias perigosas ou regulamentadas?

Sim. A frota está licenciada e equipada para carga ADR/IMO, pelo que mercadorias perigosas e regulamentadas circulam na mesma rede doméstica, sem necessidade de uma transportadora separada. São tratadas tanto cargas normais como cargas não normalizadas.

A operação também transporta mercadorias para outros países europeus?

Sim. Para além da entrega doméstica, a operação gere as suas próprias linhas rodoviárias internacionais, incluindo Benelux, Itália, Reino Unido, Suíça e Espanha, com partidas bissemanais e opções express, além de frete marítimo e aéreo para maior alcance. Assim, uma marca pode servir um país a nível doméstico e, ainda assim, enviar de forma transfronteiriça a partir da mesma base.

Como se relaciona isto com a reforma aduaneira de 2026 sobre pequenas encomendas?

Evita a taxa por pacote. A partir de 1 de julho de 2026, aplica-se um direito aduaneiro por categoria de artigo em encomendas de baixo valor importadas para a UE (Regulamento (UE) 2026/382 do Conselho), mas uma encomenda expedida a partir de stock em mercado é uma entrega doméstica, não uma importação, pelo que não desencadeia esse evento por pacote. A página da reforma cobre o mecanismo na íntegra.

De quem é o nome que consta no pacote que o cliente recebe?

O da marca. A identidade da marca mantém-se no pacote, enquanto a experiência de entrega permanece doméstica, pelo que o cliente vê um remetente local e prazos de entrega locais, e não uma chegada transfronteiriça ou o rótulo de um operador.